{"id":763,"date":"2026-10-27T09:18:46","date_gmt":"2026-10-27T12:18:46","guid":{"rendered":"https:\/\/extensao.ifg.edu.br\/meninasceec\/?p=763"},"modified":"2026-10-27T09:18:46","modified_gmt":"2026-10-27T12:18:46","slug":"desigualdade-de-genero-no-meio-academico-e-comprovada-em-pesquisa-desenvolvida-no-ifg","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/extensao.ifg.edu.br\/meninasceec\/2026\/10\/27\/desigualdade-de-genero-no-meio-academico-e-comprovada-em-pesquisa-desenvolvida-no-ifg\/","title":{"rendered":"Desigualdade de g\u00eanero no meio acad\u00eamico \u00e9 comprovada em pesquisa desenvolvida no IFG"},"content":{"rendered":"\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide\" \/>\n\n\n\n<div style=\"height:9px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Com recorte na Engenharia e Computa\u00e7\u00e3o, pesquisadoras analisaram mais de 600 mil artigos cient\u00edficos de todo mundo. Mulheres s\u00e3o autoras de apenas 15% deles<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"750\" height=\"461\" src=\"https:\/\/extensao.ifg.edu.br\/meninasceec\/wp-content\/uploads\/sites\/37\/2026\/10\/IFG-FAZ-Cincia_Gnero_meio-acadmico-1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-765\" srcset=\"https:\/\/extensao.ifg.edu.br\/meninasceec\/wp-content\/uploads\/sites\/37\/2026\/10\/IFG-FAZ-Cincia_Gnero_meio-acadmico-1.png 750w, https:\/\/extensao.ifg.edu.br\/meninasceec\/wp-content\/uploads\/sites\/37\/2026\/10\/IFG-FAZ-Cincia_Gnero_meio-acadmico-1-300x184.png 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<div style=\"height:6px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>A igualdade de g\u00eanero na pesquisa acad\u00eamica ainda est\u00e1 longe de ser uma realidade. A assimetria de g\u00eanero na Engenharia e na Ci\u00eancia da Computa\u00e7\u00e3o pode ser caracterizada como um padr\u00e3o estrutural persistente, cumulativo, multiescalar e configuracional.<\/p>\n\n\n\n<p>Essas afirma\u00e7\u00f5es est\u00e3o presentes na conclus\u00e3o do projeto de pesquisa \u201cAn\u00e1lise bibliom\u00e9trica da representa\u00e7\u00e3o de g\u00eanero em Engenharia e Computa\u00e7\u00e3o: perspectiva global\u201d, coordenado pela pesquisadora Maria Aparecida Rodrigues de Souza, bibliotec\u00e1ria do C\u00e2mpus Inhumas do IFG. A equipe do projeto analisou mais de 660 mil artigos cient\u00edficos do mundo todo, na janela temporal de 1907 a 2025, usando ferramentas de intelig\u00eancia artificial (IA), para cruzar dados sobre autoria, prest\u00edgio de revistas cient\u00edficas e tempo de carreira de mulheres.<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa \u00e9 fruto do p\u00f3s-doutorado de Maria Aparecida e tamb\u00e9m \u00e9 uma das iniciativas da proposta \u201cDespertando e fortalecendo a voca\u00e7\u00e3o profissional de meninas para e nas carreiras de Ci\u00eancias Exatas, Engenharias e Computa\u00e7\u00e3o (CEEC)\u201d, aprovada pelo CNPq, que deu origem ao projeto conhecido como Meninas CEEC.<\/p>\n\n\n\n<p>Mulheres que pesquisam sobre a realidade de outras mulheres no ambiente de trabalho s\u00e3o um sopro de esperan\u00e7a em uma sociedade ainda t\u00e3o desigual. O caminho \u00e9 longo e passa por pesquisar para entender e, ent\u00e3o, sugerir mudan\u00e7as. A 3\u00aa edi\u00e7\u00e3o do programa IFG Faz Ci\u00eancia destaca a participa\u00e7\u00e3o de meninas e mulheres na ci\u00eancia. A tem\u00e1tica est\u00e1 alinhada \u00e0 Semana Nacional de Ci\u00eancia e Tecnologia (SNCT) de 2026, vinculada ao Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o (MCTI), que elegeu como tema central \u201cCi\u00eancia Delas\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O objetivo do IFG Faz Ci\u00eancia \u00e9 socializar com as comunidades interna e externa os diversos projetos de pesquisa j\u00e1 desenvolvidos ou em desenvolvimento por pesquisadores do IFG, contribuindo para aproximar o p\u00fablico em geral da ci\u00eancia, por meio do jornalismo.<\/p>\n\n\n\n<p>A segunda reportagem desta edi\u00e7\u00e3o \u00e9 da jornalista Fernanda Guirra Martins, com a editora\u00e7\u00e3o da programadora visual Michele Jussara Bagest\u00e3o e o projeto gr\u00e1fico da tecn\u00f3loga em designer gr\u00e1fico Isabela Maia Marinho. A reportagem est\u00e1 dispon\u00edvel no <a href=\"https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/1TJ6KBstFyXvLbLXzda2w9QILTu59QNKd\/view?usp=sharing\">formato PDF<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p><br>Boa leitura!<\/p>\n\n\n\n<p>Publicado tamb\u00e9m em: <a href=\"https:\/\/www.ifg.edu.br\/component\/content\/article\/167-ifg\/campus\/inhumas\/noticias-campus-inhumas\/48115-desigualdade-de-genero-no-meio-academico-e-comprovada-em-pesquisa-desenvolvida-no-ifg\">https:\/\/www.ifg.edu.br\/component\/content\/article\/167-ifg\/campus\/inhumas\/noticias-campus-inhumas\/48115-desigualdade-de-genero-no-meio-academico-e-comprovada-em-pesquisa-desenvolvida-no-ifg<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com recorte na Engenharia e Computa\u00e7\u00e3o, pesquisadoras analisaram mais de 600 mil artigos cient\u00edficos de todo mundo. Mulheres s\u00e3o autoras de apenas 15% deles A igualdade de g\u00eanero na pesquisa acad\u00eamica ainda est\u00e1 longe de ser uma realidade. 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